Tecnologia facilita prisão de Tatsuya Ichihashi
Por ter sido a primeira a noticiar a prisão de Tatsuya Ichihashi, 30, a emissora de tv TBS / MBS fez uma longa reportagem mostrando como ocorreu todo o processo de acompanhamento do caso. E atribuiu a prisão do suspeito à ação conjunta da mídia (que divulga), da polícia (que investiga) e da população (que denuncia).
Mas principalmente ao trabalho da equipe de computação gráfica, que “deu vida” à foto de Ichihashi.

Um dos diretores afirmou que ao fazer a foto “se mexer”, os técnicos ajudaram a população ter mais facilidade para identificar Ichihashi.
Tatsuya Ichihashi foi preso ontem, 10, em Osaka, quando tentava pegar uma balsa para Okinawa. Outros passageiros o identificaram e fizeram a denúncia.
A prisão ganhou cobertura hollywoodiana, com direito à imagens da transferência do suspeito para uma delegacia em Osaka, depois para a estação de Shin-Osaka, dentro do trem-bala que ele pegou para Tokyo, na estação de Tokyo e a transferência para Chiba, onde está sendo interrogado.
Quando foi preso, o suspeito de assassinar a inglesa Lindsay Hawker em 2007, Tatsuya Ichihashi, portava dois sprays de pimenta, em formato de pistola, e cerca de 300.000 ienes em dinheiro.
Depois de ser transferido para Chiba, Ichihashi somente bebeu uma xícara de chá e recusou o café da manhã e o almoço oferecido. Durante o interrogatório, ele respondeu as questões sobre a cidade natal e a família, mas ficou em silêncio quando a polícia perguntou sobre o corpo da professora de inglês, encontrado em 2007 no apartamento dele em Chiba, e sobre a vida que ele levou nos dois anos e meio em que esteve foragido.
Tecnicamente, Ichihashi foi preso sob a acusação de abandono de corpo. Ele dormiu por volta das 3h da manhã de quarta-feira e acordou às 6h30, mas não tocou o café da manhã. (Kyodo)
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