Obama e o dia de “quase inanição” em Tokyo
Quem anda pelo centro de Tokyo por esses dias tem a impressão de que é quase “proibido respirar”. Clima de festa, com boa dose de tensão. Policiamento reforçado por toda a parte.
Comemorações dos 20 anos desde que o imperador Akihito assumiu o trono do Crisântemo e a visita do presidente americano Barack Obama. Tudo seguido assim mesmo.
Resultado: apenas uma pista funciona nas vias expressas da região; cerca de 16.000 policiais fazem a segurança apenas na área ao redor da embaixada americana; guarda-volumes, máquinas automáticas de venda e lixos não podem ser usados nas estações de trem; equipes de manutenção não podem subir nos prédios; bueiros e cabines telefônicas foram lacradas; boa parte das obras na região teve que ser suspensa.
Segurança reforçada na embaixada americana
Apesar da esforçada tentativa de parecer que tudo está bem, clima de tensão também no encontro dos líderes.

Fortalecendo relações?
Feliz mesmo, está o prefeito da cidade de Obama (Fukui), Koji Matsuzaki, que finalmente se encontrará com o “presidente xará” do município.
Com menos sorte, o “grupo de apoio a Obama” também veio para Tokyo e hoje de manhã os integrantes estiveram na embaixada do Quênia. Visitar a representação do país de origem do pai do presidente americano foi a forma que eles encontraram para “ficar perto de Barack Obama”. Na esperança de conhecer o presidente, eles trouxeram camisetas e hashis personalizados.
Michele Obama, que não acompanha o marido na viagem pela Ásia, foi lembrada por uma fábrica de Omiya (Saitama), que começou a vender máscaras das primeiras-damas do Japão e dos Estados Unidos por 2.200 ienes cada.
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